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[ANA] (Infraero lusa) está avaliada em 2,5 bi

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Dos 54 potenciais investidores, apenas cinco seguem na disputa para a compra da estatal ANA.

A secretária de Estado do Tesouro de Portugal, Maria Luís Albuquerque, afirmou na semana passada que dos 54 potenciais investidores iniciais interessados em adquirir a operadora deaeroportos estatal ANA, cinco  foram selecionados para seguir na disputa. Trata-se das empresas Fraport (alemã), Vinci (francesa), Flughafen Zürich (alemã, que gere o aeroporto de Zurique), Blink (consórcio formado pela colombiana Odinsa e pela portuguesa Mota-Engil) e a Eama (consórcio de que faz parte a Sonae Sierra). A brasileira CCR, que também estava na  concorrência, ficou de fora.

Maria Luís Albuquerque adiantou que em algumas propostas o valor oferecido representa “12 a 13 vezes” o vezes os 199 milhões em lucro antes de juros,  impostos, depreciação e amortização (Ebitda) que a empresa teve no ano passado. Isto representa um montante superior a 2,5 bilhões. Ovalor também é cinco vezes superior ao que o  governo conseguiria resgatar com a venda da também estatal TAP, uma vez que os investidores apostam em retornos mais confiáveis de ativos de infraestrutura. A TAP não vale mais de 500 milhões de acordo com uma estimativa da Donal O’Neill, analista da Goodbody Stockbrokers em Dublin. Portugal está leiloando as empresas para levantar dinheiro depois de se tornar o terceiro país da zona euro terceiro a buscar resgate do Fundo Monetário Internacional e da União Europeia.

“A TAP é frágil porque ela depende do fraco mercado português”, disse John  trickland, diretor da JLS Consulting, em Londres. “A joia da coroa são as linhas da empresa no Brasil, mas um comprador teria que ter um olhar frio e desapaixonado pois estaria investindo  m rotas de curta distância, que estão sob pressão de baixo custo.

”O investidor German Efromovich, que controla o Grupo Synergy Brasil, dono da Avianca, única empresa que avançou na candidata a compra da Tap, já informou que está buscando sua cidadania polonesa, baseada na ancestralidade de seus pais e avós, para cumprir as regras da União Europeia de que a  ropriedade estrangeira. Se não conseguir, Efromovich terá de ter um sócio no país, uma vez que a UE determina que estrangeiros só podem comprar 49% das aéreas. O empresário, que tem  alado à imprensa europeia como dono da Tap, já admite colocar parte da empresa na bolsa para capitalização.

ANA

A secretária do governo de Portugal  destacou que o preço e a estratégia  oram os critérios de seleção determinantes e ressaltou que o governo do país tem planos de concluir a venda da ANA até ao final do ano. Por isso, os cinco candidatos que passaram à  egunda fase da disputa terão de entregar propostas vinculativas em dezembro. ■

Diário Económico e Bloomberg | redacao@brasileconomico.com.br

Written by goppp

19/11/2012 às 10:38

Publicado em Brasil Econômico, Setor Aéreo

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