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Projetos de infraestrutura atraem empresas americanas

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Companhias querem entrar nos programas de concessão por meio de parcerias ou participando de subcontratos

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Investidores americanos voltam os olhos às oportunidades de negócio no Brasil, em especial para a arteira de projetos de infraestrutura que o governo está oferecendo e não se restrinjam apenas aos  reparativos para a Copa do Mundo e Olimpíadas.

“O país tem muitos espaços abertos, tem uma economia com crescimento potencial e uma classe média em plena expansão”, disse ao BRASIL ECONÔMICO o  Secretário-adjunto para Assuntos Econômicos e Comerciais do governo dos Estados Unidos, Jose W. Fernandez, que visitou o país na semana passada. “E nossas empresas são líderes em muitas dessas áreas, como portos, aeroportos, rodovias e energia”.

Hoje um grupo de 140 empresários, dos quais 50  americanos, além de autoridades dos dois países, se reúnem na Confederação Nacional da Indústria (CNI)  para a 30ª plenária do Conselho Empresarial Brasil-Estados Unidos. Vão discutir estratégias para facilitar a concessão de vistos (ver matéria abaixo) e ampliação mútua do comércio e dos investimentos.

Fernandez  ressalta que as companhias de seu país podem atuar de diversas maneiras: entrar nos programas de  concessão fazendo parcerias com as nacionais ou até mesmo participando de subcontratos, ou seja, como fornecedoras ou prestando assessoria técnica. Há outras áreas que sempre foram de interesse, como a financeira no ramo de seguros. “Algumas empresas pensam que é difícil investir em infraestrutura porque, como se trata de construções, não pode pegar e levar embora. Já com serviços é diferente. Mas  tudo depende dos interesses de cada um”.

Seja na área que for o interesse tende a crescer, ressalta ele, na medida em que mais companhias estejam familiarizadas com os projetos que estão sendo desenvolvidos. O secretário-adjunto lembra que as empresas de seu país têm US$ 70 bilhões investidos por  qui e que o Brasil é um importante parceiro comercial, o oitavo nas trocas de produtos. Na relação  inversa, os Estados Unidos são o segundo mercado das mercadorias brasileiras. “O Brasil está fazendo  sucesso e cada vez mais inserido na economia mundial”, afirmou.

Mas a trajetória para o aumento dos  investimentos não é tão simples. Fernandez chama a atenção para o fato de que, em especial neste momento de baixo crescimento global, há uma série de projetos interessantes ao redor do mundo e até  entro dos Estados Unidos. “Nós temos que dar publicidade e nos certificarmos de que elas estão tomando conhecimento das oportunidades brasileiras”.

Para o secretário-adjunto, a maior integração –  seja  o comércio, nos investimentos e até de suas populações – entre os países é a resposta certa para encarar   crise financeira que se arrasta há mais de quatro anos. “Em crises econômicas todo país tem a tendência de se proteger mais. E a resposta não é mais proteção, mas, sim, mais abertura”, disse, acrescentando  que isso deve ocorrer pelo aumento das facilidades, abrindo as portas em prol do crescimento mútuo. “Nós  queremos mais investimentos nos Estados Unidos, mas também queremos investir no Brasil”. ■

Simone Cavalcanti, de Brasília | scavalcanti@brasileconomico.com.br

Origem: Brasil Econômico

Procedência: Brasil Econômico

Written by goppp

15/10/2012 às 16:50

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